Pontos / Dots

Pontos / Dots

  • D/A Pontos mudou
  • D/A Dots has moved
  • THE IMAGINE PROJECT

    • 2 Jul 2010
    • 0 comentários/ comments
    •  visualizações/ views
    • Budismo Céu (cantora) Herbie Hancock
    • Edit
    • Delete
    • Tags
    • Autopost

    Teaser de The Imagine Project (www.herbiehancock.com).

     

    O blog dos editores de Tricycle: The Buddhist Review comentou hoje artigo do Sydney Morning Herald em que Herbie Hancock fala de sua prática budista, da influência dela em seu trabalho e de The Imagine Project, seu mais recente projeto, com participação de Anoushka Shankar, Pink, John Legend, Dave Matthews, The Chieftains, Los Lobos, India.Arie, Juanes e a brasileira Céu, entre outros:

    “O que aprendi é que, para que algo tenha valor, de algum modo deve servir a humanidade, do contrário, será algo que servirá apenas a si próprio, frívolo, destruidor.”

    Hancock aproximou-se do budismo há cerca de 38 anos, por intermédio de seu baixista Buster Williams. É significativo que tenha sido o estilo brilhante de Williams, inspirador de apresentações surpreendentes, “com um tipo de tonalidade espiritual” que deixava seus patronos “em lágrimas”, que tenha falado mais alto a Hancock sobre a fé de seu colega. [...]

    Hancock diz que somente escutou a explicação que Williams deu do budismo porque essa introdução veio “pela música”. [...]

    Davis “nunca nos disse o que tocar”, mas no processo de tocar com ele “aprendíamos a coragem, exercitávamos a coragem... aprendíamos ultrapassar limites”.

    Como escreve Sam Mowe no blog da Tricycle, é incrível que a inspiração budista de Herbie Hancock tenha surgido da experiência musical, e não de uma compreensão intelectual ― o que nos deixa curiosos sobre como esse envolvimento influenciou, posteriormente, seu trabalho e suas improvisações.

    Herbie Hancock comenta, sobre "The Imagine Project":

    [...] a melhor maneira de estabelecer uma colaboração global como caminho para a paz é honrando as várias culturas diferentes da minha.

    Algo que realmente me choca ao viajar pelo mundo como músico, especialmente como músico de jazz, é notar como na lista de músicas mais vendidas de diversos países — não só países europeus, mas também asiáticos e vários outros por todo o mundo — poucas entre as 10 músicas mais vendidas são realmente norte-americanas, mas muitas são sempre em inglês! Embora sejam vendidas globalmente, não são músicas produzidas com uma perspectiva global. Decidi que queria fazer um álbum que fosse realmente global desde a sua concepção. Foi quando decidi que ele seria gravado em diversas línguas. Uma das melhores maneiras de honrar uma cultura diferente da minha é através da língua, mostrando como podemos ter respeito suficiente e como estamos atentos a essa cultura, como nos importamos em ter sua língua representada. Consegui fazer isso nesse álbum.

    Os Estados Unidos são um país imigrante. Todos nós não somos deste páis, na maior parte. Nossos ancentrais são de todo o planeta. Agora, a imigração tornou-se uma questão. Se quisermos ver um imigrante, tudo o que devemos fazer é olhar para o espelho. Na medida em que nós, norte-americanos, temos traços de nossos ancestrais por todo o planeta, estive justamente em vários países que contêm esses traços. Esses são realmente nosso povo, indianos, brasileiros, africanos, europeus... este álbum é realmente sobre isso.


    Herbie Hancock e Céu em "Tempo de amor", de Baden Powell e Vinicius de Moraes.

    Imagine

     

    • Tweet
  • THE IMAGINE PROJECT

    • 2 Jul 2010
    • 0 comentários/ comments
    •  visualizações/ views
    • Buddhism Céu (singer) Herbie Hancock
    • Edit
    • Delete
    • Tags
    • Autopost

    The Imagine Project DVD Video Teaser (www.herbiehancock.com).

     

    The Editors’ Blog of Tricycle: The Buddhist Review has highlighted today an article from The Sidney Morning Herald, in which Herbie Hancock comments his Buddhist practice, its influence on his music and his latest project, The Imagine Project, featuring Anoushka Shankar, Pink, John Legend, Dave Matthews, The Chieftains, Los Lobos, India.Arie, Juanes, and Brazilian singer Céu:

    “What I’ve learned is, in order for something to have value it has to in some way work towards serving humanity, otherwise it’s self-serving and shallow and disruptive.”

    Hancock came to Buddhism nearly 38 years ago, via his old bass player, Buster Williams. Significantly, it was Williams’s brilliant playing, inspiring an amazing show “with a kind of spiritual overtone” that had patrons “in tears”, that spoke loudest to Hancock about his colleague’s faith. […]

    Hancock says he only listened to Williams’s explanation of Buddhism because its introduction came “through the music”. [...]

    Davis “never told us what to play” but in the process of playing with him “you learned courage, you exercised courage […] learned to push a boundary”.

    It’s beautiful, as Sam Mowe comments on Tricycle’s blog, that Herbie Hancock’s understanding of Buddhism is born from his musical experience, and not from an intellectual comprehension―and this makes us wonder how this involvement has later influenced Herbie Hancock's work and his improvisational style.

    Herbie Hancock adds, in relation to “The Imagine Project”:

    […] the best way to establish global collaboration as a means for peace is to honor various cultures outside of my own.

    The thing that really struck me because I get to travel throughout the world as a musician, especially a jazz musician, I’ve noticed that on the charts of several countries—and not just European countries, but Asian countries and various others throughout the world—quite a few of the top 10 records really come from American music, but they’re always in English! Even though they sell globally, they’re not really done with a global perspective. I decided I wanted to do a really global record that’s just that from the onset. That’s when I decided that I would have it in multiple languages. One of the best ways to honor a culture outside of one’s own is through language, showing that you have enough respect and are paying enough attention to the culture that you would bother to have their language represented. I was able to do that on this record. 

    America is an immigrant country. We are all not from this country, for the most part. Our ancestors are from all over the planet. Right now, immigration is an issue. If you want to see an immigrant, all you have to do is look in the mirror. Because we Americans have threads of our beginnings throughout the planet, I was just in various countries that contain those threads. Those are really our people, the Indians, the Brazilians, the Africans, the Europeans… that’s really what the album is all about.


    Herbie Hancock and Brazilian singer Céu, in "Tempo de amor", composed by Baden Powell and Vinicius de Moraes.

    Imagine

     

    • Tweet
  • Imagem de perfil / Profile image:
    © Andy Karr

    Todos os direitos reservados
    All rights reserved

    Dharma/Arte
    www.dharma.art.br
    contato@dharma.art.br

    214070 Visualizações/Views
  • Arquivo/Archive

    • 2011 (151)
      • April (4)
      • March (64)
      • February (44)
      • January (39)
    • 2010 (441)
      • December (44)
      • November (53)
      • October (60)
      • September (78)
      • August (68)
      • July (68)
      • June (70)

    RSS

    Subscribe to this posterous
    Unsubscribe
    Assine/Subscribe
    You're a contributor here (Edit)
    This is your Space (Edit)
    Follow by email »
    Get the latest updates in your email box automatically.
  • Membros / Members

    • Seja um membro apoiador
    • Become a sustaining member

    Informativo / Newsletter

    • Assine
    • Subscribe